|
Nas águas pacíficas, um conjunto
de velas,
Um tempo que não cessa de ocultar em suas dobras
Palha, verde e sinos surdos,
Sem revelar o que pede essa ternura contida,
Esse desvelo sem termo.
Sonho ondas
Quando só me resta amanhecer esta palavra noturna,
Sem mais ofício que o sempre buscar-me
em comos e quandos.
|