|
Meu coração
é
um iceberg
sem amparo
Tempos, tempos
Sem adsorção
Acordina enferrujou-se
E você nunca volta.
Onde está meu corpo adusto
Minha acetosa alunissante
Estou cabisbaixo na
Açotéia
Esperando Afrodite na
Lua cheia.
Sinto dores no corpo
A falta de adefagia
Sou um adejo do norte
Afastado de tudo, inválido
Sem sorte.
Venha pra mim
Minha afta
Querida
Seja a luz eterna de
Minha vida.
Não queira ser um abajur
Engrenado, abastecido à pilha.
|